segunda-feira, 1 de março de 2010

Alice in Wonderland

“–Existe um lugar como nenhum outro no planeta. Uma terra cheia de maravilhas, mistérios, e perigo.

Alguns dizem que para sobreviver, você deve ser tão louco como um chapeleiro. Que por sorte... Eu sou.”

(Alice in Wonderland)

Uma breve interpretação de texto. (E essa parte agradeço especialmente a minha professora Mara de português, por tanta paciência por aguentar 3 anos nos ensinando interpretação de texto.)

O chapeleiro descreve ai o “País das Maravilhas”. Achei essa introdução perfeita para iniciar o assunto. Fácil, o que é o país das maravilhas? São nossos sonhos, nossa imaginação, nossos medos.

A loucura do chapeleiro é o que então? Ele representa a força de vontade para enfrentar nossos medos, de continuar a sonhar, nos mostra como o sonho é belo. E a Alice? A Alice é a personificação, ou melhor, a transformação dos sonhos em realidade.

Esse filme me atrai, é impressionante, é como uma mágica me invadisse, me deixando as vezes por horas, só pensando na mensagem que o filme passa, e como é inteligente, e mais ainda, como o filme mostra, mesmo que um pouco mais fantasiosamente, exatamente o que eu acredito.

Sonhos, são realidades a partir do momento que você quer.

Tudo o que imaginamos é real, mesmo que em outro plano, mais ainda assim é real.

Mesmo que só em nossas mentes, se eu quero que algo seja real ele será.

“Sonhos são coisas de criança, nos adultos não nos podemos dar a esse luxo.”

Mentira. Se fosse assim seria eu, uma eterna criança, o que não é ruim, mais de crianças eu falo uma outra hora.